On the Philosophical Foundations of Conceptual Models

O que é um modelo conceitual? Dos modelos usados em ciência da computação, quais são modelos conceituais e quais não são? Como os modelos conceituais diferem de outros modelos usados nas ciências e engenharias? Essas são algumas perguntas que este artigo, recentemente publicado, escrito pelo Nicola Guarino, Giancarlo Guizzardi e John Mylopoulos pretende explorar.

GUARINO, GUIZZARDI, MYLOPOULOS. On the Philosophical Foundations of Conceptual Models

Pergunta para reflexão: poderiam os modelos conceituais nos ajudar a lidar com a complexidade e diversidade dos dados que usamos hoje?

Para quem se interessar pelo tema e quiser saber mais, seguem os registros e materiais de algumas capacitações que promovemos no setor público, relacionadas à temática, entre os anos de 2010 e 2013. Elas estão registradas na wiki da INDA.

Edição: substituído o link para o artigo, já que o link anterior se tornou indisponível.

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Sem dúvida, Augusto. A compreensão que venho amadurecendo após todos esses anos aprendendo sobre modelagem conceitual e ontologias, é a de que é preciso se utilizar de muito pragmatismos nos projetos de construção de modelos conceituais para que tenhamos resultados concretos. Em muitas situações, na busca por um modelo perfeito, a urgência por resultados e a escassez de especialistas (realidade das instituições públicas) acabam fragilizando os projetos. Dessa forma, tenho concluído que dentre os benefícios, a agregação de visões e a ampliação de consensos através dos processos de engenharia de ontologias acabam sendo bons resultados parciais. Nem sempre deve se esperar chegar a um modelo conceitual maduro, a uma ontologia estruturada em OWL, por exemplo, e na Web Semântica.

Ainda não li o artigo. O farei e volto a compartilhar mais aqui em breve!

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